Lua de mel pela Ásia by Gustavo e Elsa

Olá pessoal! Fomos convidados pelo Spice Up the Road para contar um pouco da nossa lua de mel, em que fomos pra Tailândia, Vietnã e Singapura:

Tailândia

Nossa lua de mel começou em Bangkok, ficamos hospedados no Eastin Grand Hotel Sathorn, na região de Sukhumvit.

Ao chegar em Bangkok você já tem certeza que está na Ásia. Diferente de outras cidades mais ocidentais, a capital da Tailândia guarda bastante arquitetura, estilo de vida e o transporte mais agitado do outro lado do mundo.

Uma das principais atrações da cidade é visitar os templos. A cidade é cheia deles. Nossa sugestão é priorizar. Nós fomos no Wat Pho e no Grand Palace.

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Para entrar nos templos se deve estar com pernas tapadas e, em alguns, com os ombros também tapados. Como era muito quente, a dica é levar uma canga e colocar só para entrar nos templos.

Transporte: provavelmente você queira andar de Tuk–Tuk, aquelas moto-taxis em Bangkok. Fizemos isso, mas como o trânsito é um caos, a gente andou de tuk-tuk em um trajeto bem curto, só pra conhecer mesmo. O táxi é barato, mas tem que pedir pra ligar taxímetro. Geralmente, os taxistas não querem ligar o aparelho e preferem negociar o valor.  Outra opção de se locomover na cidade são o skytrain e barcos, em algumas partes.

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Um tour diferente que fizemos foi um passeio de seis horas de bicicleta, passando por dentro de uma favela da cidade e de uma reserva, conhecendo bem de perto a cultura Thai. O tour de bike foi feito com a Recreational Bangkok Biking e a proposta é sair do turismo tradicional. Ao longo do trajeto tivemos que atravessar o rio de barco, passamos praticamente dentro da sala de estar de algumas casas nas favelas, almoçamos um pad thai bem típico, fomos em reservas ambientais e visitamos templos. Em todo o tour encontramos moradores locais que foram extremamente acolhedores.

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A cidade possui restaurantes para todos os gostos. Em uma das noites em Bangkok fomos jantar no Hotel Lebua, onde foi gravado o filme “Se beber, não case – 2″.  O restaurante  é o Breeze, e a experiência foi ótima. Serviço impecável! Depois, ainda tomamos um drink no Sky Bar, que fica no 63° andar do hotel e tem uma vista incrível da cidade.

Vietnã

De Bangkok fomos para a capital do Vietnã, Hanoi, caminho para conhecer Halong Bay, que foi locação para o filme do “James Bond – Tomorrow Never Dies”. O lugar é realmente indescritível. Lá se faz um passeio de barco. Optamos por uma noite e achamos que foi suficiente. O lugar é uma formação rochosa em todos os lados, rodeada pelo mar (como na Tailândia) mas numa quantidade muito maior. Realmente é “breathtaking”. No nosso barco fizemos aula de culinária típica, andamos de caiaque e fomos visitar a caverna Hang Sung Sôt, que é incrível.

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Voltando a Hanoi, lá ficamos na região de Old Quarter, bem frente ao Night Market. Uma característica deste país é a qualidade do serviço. De verdade: já viajamos pra outros lugares e ainda não vimos nada comparado à cordialidade do povo vietnamita. Eles tratam muito bem as pessoas, seja no hotel ou nos restaurantes. É incomparável com a Tailândia neste aspecto.

Hanoi é um pequeno caos. O trânsito é tomado por motos, com motociclistas sem capacete, equilibrando tudo que se possa imaginar, mexendo todo o tempo no celular!

HANOI

Atravessar algumas ruas se torna uma missão quase impossível. Em Hanoi fomos visitar o Mausoléu do Ho Chi Minh, líder do Vietnã Comunista que liderou a “vitória” da guerra sobre a região capitalista, que tinha apoio dos Estados Unidos.

Mausoléu
Mausoléu

Hanoi não tem muitas atrações, mas o destino acaba que quase se torna obrigatório para quem quer conhecer Halong Bay.

De Hanoi fomos para Ho Chi Minh (antiga Saigon) que foi a capital do Vietnã Capitalista. A cidade é mais populosa, mais bonita e muito mais organizada que Hanoi. Foi uma surpresa super positiva, pois a pobreza de Hanoi tinha nos deixado bem impactados.

Em Ho Chi Minh ficamos no Grand Hotel Saigon. Fica numa localização super boa, bem no centro financeiro da cidade.

Nesta cidade fizemos um dos passeios mais bacanas, para os Cu Chi Tunnels (onde ainda ficam túneis criados pelos vietnamitas na Guerra). Nestes túneis, a população socialista que vivia no sul se escondeu das tropas americanas. Lá se tem a oportunidade de entrar em túneis que reproduzem os verdadeiros. Mesmo assim, são super estreitos, tem que caminhar abaixado e há pessoas que não conseguem entrar. Também se pode atirar com as armas usadas na Guerra.

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CU-CHI-TUNELS

CU-CHI

O tour que fizemos ia de speed boat a Cu Chi. A maioria das pessoas vai de ônibus. A vantagem em ir de speed boat, além de conhecer a cidade vista do rio, é chegar antes e conhecer o local mais vazio.

Em Ho Chi Minh ainda fomos ao Museu da Guerra, em que eles contam com fatos e dados os detalhes da Guerra que teve a ocupação norte americana por 23 anos.

Tailândia

  • Koh Nagyuan

De Ho Chi Minh fizemos uma viagem de 17 horas até chegar no nosso próximo destino: Koh Nagyuan, novamente na Tailândia. Pegamos um voo de Ho Chi Minh para Bangkok, outro de Bagkok para Koh Samui, saímos  do aeroporto de Koh Samui até a marina da ilha, pegamos um catamarã até Koh Tao e de lá um barco até o resort (ufa!). Koh Nangyuan é uma ilha bem pequena, conhecida na região por ser um local de mergulho, e tem um único hotel (e restaurante) nesta ilha. O hotel não achamos muito bom… Os quartos são simples, com acesso difícil por escadas. O serviço também não é muito bom e o restaurante é ruim. Como deu pra entender, nossa primeira impressão foi negativa. Mas, como sempre temos que olhar para o copo meio cheio, o lugar é realmente muito lindo e ótimo para mergulhar, mas não indicamos dormir na ilha.

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KOH-NANGYUAN

A ideia era ficar três noites em Koh Nangyuan, mas o difícil acesso pra chegar e sair da ilha, o que nos fez desistir de uma diária e passar a última noite em Koh Samui.

  • Krabi

Chegamos em Krabi vindo de Koh Samui, lá ficamos no Phu Petra Resort, em Ao Nang. Fizemos o tradicional tour das quatro ilhas: Poda Island, Chicken Island, Phra Nanag Beach e Tuo Island. As praias são lindíssimas, mais muita praia pra pouco tempo. Sugerimos avaliar alugar um barco privado, foi o que fizemos depois em Koh Phi Phi.

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Estávamos em Krabi nos dias de Songkrahn ( Ano Novo Tailandês). Eles têm a tradição de comemorar o ano novo fazendo guerra de água (com bexiguinhas, armas de água e até baldes e mangueiras mesmo). O legal e entrar no clima pois e absolutamente impossível não se molhar!

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Em Krabi tem ótimos restaurantes e boas lojas. É uma  diferente das outras ilhas em que a proposta é mais relaxar e ficar no hotel.

  • Koh Phi Phi

Em se tratando de Tailândia, nós definitivamente usamos a estratégia do “saved the best for last”. Nossa última parada foi a paradisíaca Koh Phi Phi. Fomos de catamarã de Krabi para Koh Phi Phi Don, no centro da ilha onde há diversos hotéis e pousadas. De lá, fomos num barco do próprio hotel para o outro lado da ilha, onde estão alguns resorts com praia particular. A gente ficou no Phi Phi Island Village Beach Resort e a experiência foi excelente! O lugar definitivamente e um paraíso, as praias são lindas de morrer!!!

Em um dos dias fizemos um passeio em toda Koh Phi Phi Leh, conhecendo Maya Bay, o lugar onde foi gravado o filme “A Praia”, Mosquito Island e Monkey Island.

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Esse passeio fizemos com um barco exclusivo, o que foi ótimo, pois chegamos e saímos dos lugares no horário que queríamos. A dica é sair bem cedo do hotel para chegar cedo na Maya Bay. Lá é o local mais procurado e fica muito lotado, aí todas as fotos ficam com gente no fundo… E em Monkey Island tem que ficar atento com os macaquinhos! Eles são uns amores e muita gente dá frutas para tirar fotos, mas eles também são muito espertos. Vimos um pegando um lata de refrigerante, e soubemos que pegam até óculos escuros das pessoas!

Nosso barco
Nosso barco

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Singapura

Singapura foi nossa última parada e, ao contrário do que escrevemos sobre quando você chega em Bangkok ou em Hanoi, quando você pisa em Singapura já não se sente mais na Ásia. Na chegada, após passar o controle de passaporte (onde geralmente se é atendido por uma pessoa mal-humorada) no aeroporto há um display para avaliar o atendimento do profissional. O mesmo display tem, inclusive, nos banheiros! Nada como um país em que as coisas funcionam. Tudo funciona em Singapura: a fila do táxi, o trânsito, os serviços diversos. Dá gosto de ver como o mundo poderia ser, e que lá é realidade. Decidimos nos hospedar Sofitel So. Recém inaugurado, esse hotel-boutique ficava no centro financeiro de Singapura. O hotel é ótimo, super confortável e tecnológico. O telefone do quarto era um iPhone e o as cortinas, luzes e tudo mais eram comandados por um iPad.

No dia em que chegamos, fomos jantar no Altitude, o rooftop mais alto de Singapura. É uma vista muito legal e diferente do rooftop do Hotel Mandarin Bay Sands, que é o cartão postal mais conhecido da cidade.

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No último andar deste hotel está a maior piscina de borda infinita do mundo, mas o seu acesso é exclusivo para hóspedes. Também no último andar do hotel está o restaurante Ku De Tá, que é fantástico. Foi, sem dúvida, um dos melhores restaurantes que já fomos. Ainda no hotel, visitamos o Cassino, que é o maior cassino do mundo.

Fomos conhecer Sentosa Island, e passamos o dia no Universal Studios. A gente adora montanha russa, simulador e o todo o “universo” da Disney, então o dia foi incrível!

Enfim, nossa viagem foi mais do que inesquecível, além de conhecermos um mundo novo para nós que foi a Ásia, nossa lua de mel foi uma viagem com várias viagens diferentes entre si, não podia ter sido melhor!

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by Gustavo Peter e Elsa Damiani

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